A duplicação da Avenida Paulo Leivas Macalao estava em andamento em 29 de setembro de 2016, segundo a Prefeitura de Carapicuíba. A obra já modificava a área próxima à Lagoa com o aterramento do terreno para uma nova pista.
Iniciada em maio de 2016, a intervenção foi planejada para conectar a avenida ao futuro viaduto da EMTU e à Rodovia Castelo Branco. A duplicação integra o Sistema Viário da Lagoa, cuja avenida havia sido inaugurada em 30 de dezembro de 2012.
O projeto envolve motoristas que atravessam o centro de Carapicuíba em direção a Alphaville e à Rodovia Castelo Branco. De acordo com a prefeitura, a nova ligação seria uma alternativa para mais de 70% do trânsito que passa pelo centro rumo a esses destinos.

A obra também se relaciona ao acesso ao Polo Educacional, ao Parque da Lagoa e à região de Tamboré/Alphaville. A notícia aborda o andamento da duplicação, o financiamento estadual e a conexão prevista com o viaduto da EMTU.
Andamento da duplicação e recursos do convênio
Em informe publicado em 29 de setembro de 2016, a Prefeitura de Carapicuíba declarou que a obra seguia dentro do cronograma estabelecido. A avaliação se referia à intervenção na Avenida Paulo Leivas Macalao.
A duplicação foi reivindicada pelo prefeito Sergio Ribeiro junto ao Governo do Estado. O financiamento foi formalizado por meio de convênio com o Fundo Metropolitano de Financiamento e Investimento (FUMEFI).
O convênio foi firmado em 19 de novembro de 2015, segundo a prefeitura. Para a obra, foram liberados R$ 16.454.332,09.
Conexões previstas e mudanças nos trajetos da região
Após a entrega da duplicação, a previsão anunciada era iniciar, ainda em 2016, a construção do viaduto. A obra ficaria sob responsabilidade da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU).
O viaduto ligaria a Avenida Desembargador Eduardo Cunha de Abreu, na região do Fórum, ao Complexo Viário da Lagoa. O percurso seguiria até a rotatória de acesso à Rua da Consolação, conforme o projeto descrito pela prefeitura.
Com essa ligação, os deslocamentos previstos não precisariam passar pelo Centro de Carapicuíba, de acordo com a administração municipal. A prefeitura relacionou a mudança ao fluxo do trânsito local e à mobilidade urbana.


